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domingo, 24 de junho de 2012

Morro do Castelo









Foi, inicialmente, chamado de Descanso, depois, de São Januário. Do Castelo passou a ser após a construção da fortaleza em seu cume.
O primeiro acesso era pela Ladeira da Misericórdia, cujo início existe, até hoje, junto à igreja de NªSª de Bonsucesso. Mais tarde veio a ter mais dois acessos: a Ladeira do Seminário (do Poço do Porteiro, da Mãe do Bispo ou da Ajuda), que vinha de onde hoje fica os fundos do Museu Nacional de Belas Artes, e a chamada Ladeira do Colégio (do Castelo, do Cotovelo ou do Carmo), que ficava no prolongamento da Rua por detrás do Carmo (hoje Rua do Carmo) e ia dar no Colégio dos Jesuítas.
O local não poderia ter sido melhor quando, em 1567 o governador Mem de Sá ordenou a mudança. Do local era possível ver não só a entrada da barra como toda a extensão da baía. Prédios importantes foram construídos e que resistiram até o arrasamento do morro, no início do séc.XX. A fortaleza de S.Sebastião, a igreja consagrada ao mesmo santo, a casa da Câmara, o colégio e a igreja dos jesuitas destacavam-se entre o casario dos primeiros habitantes. A igreja dos jesuítas tinha sobre a porta a inscrição 1567, ano em que se iniciou sua construção.
A expulsão dos jesuitas, ordenada pelo marquês de Pombal e executada pelo conde de Bobadela em 1759, ocasionou a transformação do prédio que era colégio em um hospital militar e a igreja em capela do hospital; a seu lado, nas bases de uma nova igreja não concluída, foi instalado um observatório astronômico. Havia, ainda, um posto de sinais para comunicação com as fortalezas e os navios.
Coube ao prefeito Carlos Sampaio decretar, em agosto de 1920, o fim do morro do Castelo. No dia 1º de novembro de 1921 celebrou-se a última missa na igreja de São Sebastião, ocupada pelos «barbadinhos». As lendas sobre tesouros escondidos pelos jesuítas que, ao sairem apressados, teriam deixado enterrados no morro, foram se dissipando à medida que o desmonte prosseguia.
As obras que deveriam estar terminadas para a Exposição do Centenário da Independência, só vieram a ser concluídas anos mais tarde. A área resultante do desmonte, num total de 184 mil metros quadrados, passou a ser conhecida por Esplanada do Castelo.
A terra obtida do desmonte foi utilizada para a formação da Av. Beira-Mar, do aeroporto Santos Dumond, e do bairro da Urca.
A foto maior mostra a Ladeira do Colégio na encosta do Morro do Castelo (repare, à esq., a igreja de São José); no desenho vêem-se os três acessos ao alto do morro; na foto aérea, de 1934, é possivel identificar o Theatro Municipal e a Av. Rio Branco e ver parte da Esplanada; na última foto, outro aspecto da Esplanada vendo-se, ao longe e pelos fundos, a igreja de Sta Luzia.






domingo, 14 de agosto de 2011

Lagoa Rodrigo de Freitas

Localizada no coração da Zona Sul carioca - por muitos, até chonhecida desta forma -, a Lagoa Rodrigo de Freitas é um dos cartões postais da cidade. Em sua extensão de 2,4 milhões de metros quadrados, atividades não faltam. Durante o dia, a boa é aproveitar o pedalinhos, o parquinho de skate, alugar um triciclo ou se arriscar numa corrida ao seu redor. Mais à noitinha, as atrações estão voltadas para os quiosques como o Palaphyta Kitch e o da Keka, Oke Ka Baiana Tem, por exemplo, que servem drinques e cardápios regionais.




http://rioshow.oglobo.globo.com/passeios/home.aspx

Inicialmente habitada pelos Tamoios, que a denominavam como Piraguá (água parada) ou Sacopenapan (caminho dos socós), com a chegada do colonizador português, o Governador e Capitão-geral da Capitania do Rio de Janeiro, Dr. António Salema (1575-1578), pretendeu instalar um engenho de açúcar nas margens da lagoa. Para livrar-se da presença indesejável dos indígenas, recorreu ao estratagema de fazer espalhar roupas anteriormente utilizadas por doentes de varíola às margens da lagoa, vindo assim a exterminá-los. Iniciou-se então o plantio de cana-de-açúcar e a montagem do Engenho d'El-Rey, onde atualmente funciona o Centro de Recepção aos Visitantes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Posteriormente, essas terras foram adquiridas ao Dr. Salema pelo vereador Amorim Soares, passando a lagoa a ser referida como "Lagoa de Amorim Soares". Com a expulsão deste da cidade em 1609, as terras foram vendidas para o seu genro, Sebastião Fagundes Varela, com a consequente alteração da toponímia para "Lagoa do Fagundes". Este latifundiário, por aquisição e invasão, ampliou as suas propriedades na região, de maneira que, em torno de 1620, já era proprietário de todas as terras que se estendem dos atuais bairros de Humaitá até ao Leblon.
Em 1702, a sua bisneta, Petronilha Fagundes, então com 35 anos de idade, casou-se com o jovem oficial de cavalaria português, Rodrigo de Freitas de Carvalho, então com apenas 18 anos de idade, que deu o seu nome à lagoa. Viúvo, Rodrigo de Freitas retornou a Portugal em 1717, onde veio a falecer em 1748.
A região permaneceu em mãos de arrendatários, sem grande expressão até ao início do século XIX, quando, com a chegada da Família Real Portuguesa em 1808, o Príncipe-Regente desapropriou o Engenho da Lagoa para construir no local uma fábrica de pólvora e instalar o Real Horto Botânico (atual Jardim Botânico do Rio de Janeiro).





 Durante o século XIX foram cogitadas diversas soluções para o problema da estagnação de suas águas, até que, em 1922, a Repartição de Saneamento das Zonas Rurais apresentou um projeto visando "sanear e embelezar a Capital para as festas do Centenário da Independência". Esse projeto consistia na abertura de um canal, através de dragagem, aprofundando a barra, religando a lagoa ao mar. Com a sua execução, a terra retirada do canal formou a ilha dos Caiçaras, atual sede do clube de mesmo nome.
Em pouco tempo surgiram aterros às suas margens, que reduziram paulatinamente o seu espelho d'água, surgindo o Jockey Club Brasileiro, o Jardim de Alah e a sede esportiva do Clube Naval na ilha do Piraquê. O canal dragado passou a denominar-se Canal do Jardim de Alah.
A lagoa representa atualmente uma das principais atrações turísticas da capital Rio de Janeiro. E é conhecida como "O Coração do Rio de Janeiro". O bairro Lagoa recebe sua denominação devido à Lagoa Rodrigo de Freitas. É um bairro de classes média-alta e alta e possui um dos maiores IDH do país.

Fonte: Wikipédia

domingo, 31 de julho de 2011

O Rio em 1 minuto

Olá!
Acessem o link abaixo para verem um belo video sobre o Rio.

http://www.rioguiaoficial.com.br/rio-de-janeiro/video?vlink=http://www.youtube.com/watch?v=9Z54tOGpUL8&feature=youtube_gdata

Espero que gostem.

Parque da Cidade - Niterói

Olá!
Quem visita o Rio tambem pode conhecer
outros lugares tão bonitos quanto a cidade
maravilhosa. Estou falando de Niterói, irmã
gêmea em beleza e história.










É uma área de preservação ambiental (APA) do município, localizado no alto do morro da Viração, numa altitude de 270 m, ocupando uma área de 149.388,90 m². Foi inaugurado em 1976. Possui um mirante com visão panorâmica das Lagunas, Praias Oceânicas, bairros de Niterói, Baía de Guanabara, em toda a sua extensão, e do mar aberto, até onde a vista consegue alcançar. Avista-se também a cidade do Rio de Janeiro com alguns de seus bairros e a Ponte Rio - Niterói.
Sua vista panorâmica teve pontuação máxima no Guia Verde Michelin. O Parque conta com duas rampas para a prática de vôo livre, sendo muito frequentado pelos praticantes desse esporte.
Local: Estrada da Viração, s/n° - São Francisco
Tel: (55 21) 2610.3157 / 0800.282.77.55
Visitação: Diariamente das 9h às 18h.
(O Parque da Cidade está sendo fechado, temporariamente, às 17h)
Devido à sinuosidade da estrada de acesso, não há circulação de ônibus. O aceso é somente para carros de passeio e vans.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Lindo amanhacer no Rio de Janeiro

 Oi..caros leitores!!!
Acessem esse link mencionado abaixo e desfrutem de belas imagens de amanhecer na cidade maravilhosa, são vários ângulos registrados pela câmera de um fotógrafo do Jornal O Globo. Vale a pena acessar.

domingo, 1 de maio de 2011

Pista Claudio Coutinho

Olá!
Devido ao sucesso do meu primeiro blog "Visite e descubra Niterói", resolvi escrever sobre o Rio de Janeiro. Gostei muito de expor as atrações de Niterói e agora pretendo fazer o mesmo com a cidade do Rio de Janeiro. Pretendo escrever algo mais além do trivial, Pão de Açúcar e Corcovado, quero esclarecer que há muitas outras atrações a visitar e descobrir dessa cidade tão maravilhosa!
Vou começar falando da Pista Claúdio Coutinho, que se localiza no bairro da Urca, bem próxima à entrada para o Pão de Açúcar e à Praia Vermelha, uma pista perfeita para prática de caminhadas, passeios e lazer em geral, vasta área verde, com animais silvestres e com vista para o mar.
Vista para o mar!


Pão de Açúcar

Mico

Pão de Açúcar e Praia Vermelha

A Pista Claúdio Coutinho

Saída do bondinho

Pista Claúdio Coutinho