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domingo, 15 de julho de 2012

Rio de Janeiro



The city is mentioned officially for the first time when the second Portuguese exploratory expedition, commanded by Gaspar Lemos, arrived in January, 1502, at the bay, which the seafarer assumed understandably that it was the mouth of a river, thus giving the name to region of Rio de Janeiro.
However, only in 1530 did the Portuguese court send an expedition to colonize the area, rather than continuing using it simply as a stop on their maritime adventures. The French, on the other hand, had been in and around Rio de Janeiro since the beginning of the century and were willing to fight for dominance in the region. In 1560, after a series of skirmishes, the Portuguese drove the French away.
The beginning of the city as it was in the Hill of São Januário, later known as Castle Hill, and then today at Praça Quinze (Square 15) until today it is the vital center of Rio de Janeiro.
Rio de Janeiro has developed thanks to its natural vocation as a port. At the same time when gold has been discovered in Minas Gerais in the late seventeenth century, the governor of Brazil was made Viceroy. Salvador was the capital of the colony, but the growing importance of the port of Rio secured the transfer of seat of power to the South, to the city which would become and still is the intellectual and cultural center of the country. 

In 1808 the Portuguese royal family came to Rio de Janeiro, refuge chosen for the threat of Napoleonic invasion. When the royal family returned to Portugal and Brazil's Independence was declared in 1822, the gold mines had already been exhausted and had given way to another treasure: coffee.

The growth had continued throughout most of the nineteenth century, initially in the north to São Cristóvão and Tijuca, and then toward the south zone, through Gloria, Flamengo, and Botafogo districts. In 1889, the capital of the Empire saw the fall of the monarchy. Political changes followed the capitalist guidelines. The transition from Monarchy to Republic began in 1889 and it was only over, in fact, in 1930. The city, with the proclamation of the Republic, became the federal capital.
In the early twentieth century the wide streets and imposing buildings came up, mostly in the French fin-de-siècle style. Rio de Janeiro held its position until the inauguration of Brasília as the capital of the republic in 1960. As Capital of the State of Rio de Janeiro, the city remains the cultural and social center of the country.

domingo, 24 de junho de 2012

Morro do Castelo









Foi, inicialmente, chamado de Descanso, depois, de São Januário. Do Castelo passou a ser após a construção da fortaleza em seu cume.
O primeiro acesso era pela Ladeira da Misericórdia, cujo início existe, até hoje, junto à igreja de NªSª de Bonsucesso. Mais tarde veio a ter mais dois acessos: a Ladeira do Seminário (do Poço do Porteiro, da Mãe do Bispo ou da Ajuda), que vinha de onde hoje fica os fundos do Museu Nacional de Belas Artes, e a chamada Ladeira do Colégio (do Castelo, do Cotovelo ou do Carmo), que ficava no prolongamento da Rua por detrás do Carmo (hoje Rua do Carmo) e ia dar no Colégio dos Jesuítas.
O local não poderia ter sido melhor quando, em 1567 o governador Mem de Sá ordenou a mudança. Do local era possível ver não só a entrada da barra como toda a extensão da baía. Prédios importantes foram construídos e que resistiram até o arrasamento do morro, no início do séc.XX. A fortaleza de S.Sebastião, a igreja consagrada ao mesmo santo, a casa da Câmara, o colégio e a igreja dos jesuitas destacavam-se entre o casario dos primeiros habitantes. A igreja dos jesuítas tinha sobre a porta a inscrição 1567, ano em que se iniciou sua construção.
A expulsão dos jesuitas, ordenada pelo marquês de Pombal e executada pelo conde de Bobadela em 1759, ocasionou a transformação do prédio que era colégio em um hospital militar e a igreja em capela do hospital; a seu lado, nas bases de uma nova igreja não concluída, foi instalado um observatório astronômico. Havia, ainda, um posto de sinais para comunicação com as fortalezas e os navios.
Coube ao prefeito Carlos Sampaio decretar, em agosto de 1920, o fim do morro do Castelo. No dia 1º de novembro de 1921 celebrou-se a última missa na igreja de São Sebastião, ocupada pelos «barbadinhos». As lendas sobre tesouros escondidos pelos jesuítas que, ao sairem apressados, teriam deixado enterrados no morro, foram se dissipando à medida que o desmonte prosseguia.
As obras que deveriam estar terminadas para a Exposição do Centenário da Independência, só vieram a ser concluídas anos mais tarde. A área resultante do desmonte, num total de 184 mil metros quadrados, passou a ser conhecida por Esplanada do Castelo.
A terra obtida do desmonte foi utilizada para a formação da Av. Beira-Mar, do aeroporto Santos Dumond, e do bairro da Urca.
A foto maior mostra a Ladeira do Colégio na encosta do Morro do Castelo (repare, à esq., a igreja de São José); no desenho vêem-se os três acessos ao alto do morro; na foto aérea, de 1934, é possivel identificar o Theatro Municipal e a Av. Rio Branco e ver parte da Esplanada; na última foto, outro aspecto da Esplanada vendo-se, ao longe e pelos fundos, a igreja de Sta Luzia.






sexta-feira, 22 de junho de 2012

PAÇO IMPERIAL - RJ





A origem do prédio remonta ao final do século XVII, 1699, quando a Casa da Moeda foi construída para fundir o ouro proveniente das Minas Gerais, na proximidade do mar, com a vantagem de facilitar os transportes marítimos.

Em planta datada de 1713, o Armazém Del Rey já aparece com essa denominação, remetendo ao local onde eram guardadas armas e munições reais. Mais tarde, como Palácio dos Vice-Reis, foi usado como cocheira para cavalos e carruagens.

Casa dos Governadores
O prédio que viria a ser o Paço Imperial foi ocupado pela primeira vez, em 1743, pelo Governador Gomes Freire de Andrade, o Conde de Bobadela, que havia ordenado ao engenheiro militar José Fernandes Alpoim a construção de uma nova Casa dos Governadores para sediar o governo das capitanias do Rio de Janeiro e de São Paulo. Alpoim aproveitou os edifícios preexistentes no local, a Casa da Moeda e o Armazém Del Rey, acrescentando dois pisos novos que resultaram em uma sóbria construção em alvenaria caiada de branco, com molduras nas janelas em pedra de cantaria e vários pátios por onde se fazia a circulação. Na entrada principal, uma bela portada de mármore de lioz dava acesso ao piso superior. De aspecto imponente em relação às edificações vizinhas, em pouco tempo, o prédio converteu-se em centro da política local e regional, bem como do comércio. Até 1808, a Casa da Moeda e o Real Armazém continuaram a funcionar no andar térreo.

Palácio dos Vice-Reis
Com a transferência da sede do Governo Geral de Salvador, Bahia, para o Rio de Janeiro, o prédio ficou conhecido como Palácio dos Vice-Reis. Foram sete os vice-reis no Rio de Janeiro. Nesse período, várias obras e intervenções foram realizadas no Largo do Paço, como a construção do cais de cantaria lavrada com escadas para o mar e a instalação do chafariz que abasteceria os navios e as moradias no entorno, obra do Mestre Valentim que permanece até hoje na Praça XV.

A cidade expandiu seus limites e consolidou como espaço hegemônico a região em torno do Paço que passaria, nos anos seguintes, por grandes reformas.

Paço Real
Ante a ameaça da invasão de Portugal por Napoleão Bonaparte, o Príncipe Regente, D. João de Bragança, futuro D. João VI, não relutou em deixar Lisboa com a mãe incapacitada mental, a Rainha D. Maria I, e estabelecer-se no Brasil.

A Família Real portuguesa, a Corte e muitos dos vassalos que quiseram acompanhá-la embarcaram para o Brasil, com destino à Cidade de São Sebastião do Rio de Janeiro, em 36 navios com cerca de 12.000 a 15.000 pessoas, sob proteção de um esquadrão britânico.

Em 22 de janeiro de 1808, a frota ancorava em Salvador. Em março, D. João transferiu-se para o Rio de Janeiro, transformando a cidade em sede da Monarquia. O Paço tornou-se residência da Família Real, recebendo a denominação de Paço Real e passou a ser elemento relevante no contexto do poder estabelecido.

A chegada da Corte provocou uma grande transformação na cidade. No Paço, várias modificações foram realizadas.

Os cômodos voltados para o mar e para a praça constituiriam a parte nobre do prédio, como a Sala do Trono, onde ocorreriam as audiências reais; no corpo da frente e no centro da fachada voltada para a praça, alojaram-se os membros da Família Real. Construiu-se um passadiço, agregando o Paço ao Convento do Carmo e à casa da Câmara e Cadeia, para facilitar a movimentação dos acomodados nesses espaços. As celas do convento foram transformadas em aposentos para a Rainha D. Maria I e suas damas. A antiga capela do convento foi transformada em Capela Real. Em 1817, foi erguido um terceiro pavimento na fachada voltada para o mar, dando ao prédio o aspecto palaciano. O local foi destinado aos aposentos reais.

Apesar das reformas, o palácio ainda era considerado desconfortável para a Família Real, que se transferiu para a Quinta da Boa Vista. O Paço permaneceu como sede do governo, local dos despachos e recepções oficiais, de grandes cerimônias e festejos como a coroação de Dom João VI (6 de fevereiro de 1818) e a chegada de D. Leopoldina para o casamento com o príncipe D. Pedro (5 de novembro de 1817).

Paço Imperial
Com a declaração da independência do Brasil, o Paço Real transformou-se em Paço Imperial. O prédio foi pintado de amarelo, cor do Império, e as janelas ganharam balcões de ferro dourados.

O Paço Imperial, de 1822 a 1890, foi palco de todos os eventos políticos, religiosos, econômicos e o local de onde se governava o país. Manteve sua importância na cidade, pela nobreza e imponência de sua arquitetura - casa-sede do governo imperial -, cenário de acontecimentos históricos como a aclamação de dois imperadores, D. Pedro I e D. Pedro II, o Dia do Fico (9 de janeiro de 1822) e a assinatura da Lei Áurea, pela Princesa Isabel, que aboliu a escravatura no Brasil (13 de maio de 1888).

Sede do Departamento de Correios e Telégrafos
Após a Proclamação da República, o Paço perde sua posição de palácio, ligado ao poder monárquico, e passa a sediar o Departamento de Correios e Telégrafos.

Nas décadas de 20 e 30, o prédio passou por diversas reformas para acolher a repartição. Um prédio de três pavimentos foi construído no interior do pátio maior, o 3° pavimento é ampliado por todo o perímetro da construção, as platibandas foram retiradas e um frontão de estilo neocolonial é erguido na fachada principal.

Em 1938, o prédio foi tombado pelo Patrimônio Histórico e, em 1982, iniciaram-se os trabalhos de restauração.



Paço Imperial – Centro Cultural do IPHAN

Desde 1985, o Paço Imperial é um centro cultural vinculado ao Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN do Ministério da Cultura. A restauração do prédio foi orientada pela perspectiva de reabilitar e valorizar as marcas deixadas pelas diferentes fases históricas e suas sucessivas intervenções.

Seus espaços estão perfeitamente adequados a diversos projetos de exposições, atendendo às condições exigidas pelas normas internacionais de conservação de obras de arte. A linha de atuação adotada encontra uma metáfora concreta na restauração, feita entre 1982 e 1985, que mescla elementos originais do prédio com outros contemporâneos.

Como centro cultural, possui, além do circuito de exposições, espaços permanentemente abertos a eventos culturais, como: teatro, concertos musicais, seminários, conferências e debates relacionados às temáticas das exposições realizadas.

O Paço Imperial tornou-se referência no panorama cultural do Rio de Janeiro e inaugurou um novo ciclo na Praça XV e suas imediações, onde foram surgindo outros centros multiculturais que atraem um público de cerca de três milhões de pessoas por ano em programações que envolvem desde grandes exposições de arte nacionais e internacionais, eventos musicais e literários, peças de teatro, espetáculos de dança, filmes, cursos e seminários.

















domingo, 20 de maio de 2012

Copacabana

                                                Copacabana e Pão de Açúcar ao fundo
                                                   Foto tirada no Forte de Copacabana
                                                Copacabana e Pão de Açúcar ao fundo
                                                         Forte de Copacabana

                                                       
                                                              









  

domingo, 14 de agosto de 2011

Lagoa Rodrigo de Freitas

Localizada no coração da Zona Sul carioca - por muitos, até chonhecida desta forma -, a Lagoa Rodrigo de Freitas é um dos cartões postais da cidade. Em sua extensão de 2,4 milhões de metros quadrados, atividades não faltam. Durante o dia, a boa é aproveitar o pedalinhos, o parquinho de skate, alugar um triciclo ou se arriscar numa corrida ao seu redor. Mais à noitinha, as atrações estão voltadas para os quiosques como o Palaphyta Kitch e o da Keka, Oke Ka Baiana Tem, por exemplo, que servem drinques e cardápios regionais.




http://rioshow.oglobo.globo.com/passeios/home.aspx

Inicialmente habitada pelos Tamoios, que a denominavam como Piraguá (água parada) ou Sacopenapan (caminho dos socós), com a chegada do colonizador português, o Governador e Capitão-geral da Capitania do Rio de Janeiro, Dr. António Salema (1575-1578), pretendeu instalar um engenho de açúcar nas margens da lagoa. Para livrar-se da presença indesejável dos indígenas, recorreu ao estratagema de fazer espalhar roupas anteriormente utilizadas por doentes de varíola às margens da lagoa, vindo assim a exterminá-los. Iniciou-se então o plantio de cana-de-açúcar e a montagem do Engenho d'El-Rey, onde atualmente funciona o Centro de Recepção aos Visitantes do Jardim Botânico do Rio de Janeiro.
Posteriormente, essas terras foram adquiridas ao Dr. Salema pelo vereador Amorim Soares, passando a lagoa a ser referida como "Lagoa de Amorim Soares". Com a expulsão deste da cidade em 1609, as terras foram vendidas para o seu genro, Sebastião Fagundes Varela, com a consequente alteração da toponímia para "Lagoa do Fagundes". Este latifundiário, por aquisição e invasão, ampliou as suas propriedades na região, de maneira que, em torno de 1620, já era proprietário de todas as terras que se estendem dos atuais bairros de Humaitá até ao Leblon.
Em 1702, a sua bisneta, Petronilha Fagundes, então com 35 anos de idade, casou-se com o jovem oficial de cavalaria português, Rodrigo de Freitas de Carvalho, então com apenas 18 anos de idade, que deu o seu nome à lagoa. Viúvo, Rodrigo de Freitas retornou a Portugal em 1717, onde veio a falecer em 1748.
A região permaneceu em mãos de arrendatários, sem grande expressão até ao início do século XIX, quando, com a chegada da Família Real Portuguesa em 1808, o Príncipe-Regente desapropriou o Engenho da Lagoa para construir no local uma fábrica de pólvora e instalar o Real Horto Botânico (atual Jardim Botânico do Rio de Janeiro).





 Durante o século XIX foram cogitadas diversas soluções para o problema da estagnação de suas águas, até que, em 1922, a Repartição de Saneamento das Zonas Rurais apresentou um projeto visando "sanear e embelezar a Capital para as festas do Centenário da Independência". Esse projeto consistia na abertura de um canal, através de dragagem, aprofundando a barra, religando a lagoa ao mar. Com a sua execução, a terra retirada do canal formou a ilha dos Caiçaras, atual sede do clube de mesmo nome.
Em pouco tempo surgiram aterros às suas margens, que reduziram paulatinamente o seu espelho d'água, surgindo o Jockey Club Brasileiro, o Jardim de Alah e a sede esportiva do Clube Naval na ilha do Piraquê. O canal dragado passou a denominar-se Canal do Jardim de Alah.
A lagoa representa atualmente uma das principais atrações turísticas da capital Rio de Janeiro. E é conhecida como "O Coração do Rio de Janeiro". O bairro Lagoa recebe sua denominação devido à Lagoa Rodrigo de Freitas. É um bairro de classes média-alta e alta e possui um dos maiores IDH do país.

Fonte: Wikipédia

domingo, 31 de julho de 2011

O Rio em 1 minuto

Olá!
Acessem o link abaixo para verem um belo video sobre o Rio.

http://www.rioguiaoficial.com.br/rio-de-janeiro/video?vlink=http://www.youtube.com/watch?v=9Z54tOGpUL8&feature=youtube_gdata

Espero que gostem.

Parque da Cidade - Niterói

Olá!
Quem visita o Rio tambem pode conhecer
outros lugares tão bonitos quanto a cidade
maravilhosa. Estou falando de Niterói, irmã
gêmea em beleza e história.










É uma área de preservação ambiental (APA) do município, localizado no alto do morro da Viração, numa altitude de 270 m, ocupando uma área de 149.388,90 m². Foi inaugurado em 1976. Possui um mirante com visão panorâmica das Lagunas, Praias Oceânicas, bairros de Niterói, Baía de Guanabara, em toda a sua extensão, e do mar aberto, até onde a vista consegue alcançar. Avista-se também a cidade do Rio de Janeiro com alguns de seus bairros e a Ponte Rio - Niterói.
Sua vista panorâmica teve pontuação máxima no Guia Verde Michelin. O Parque conta com duas rampas para a prática de vôo livre, sendo muito frequentado pelos praticantes desse esporte.
Local: Estrada da Viração, s/n° - São Francisco
Tel: (55 21) 2610.3157 / 0800.282.77.55
Visitação: Diariamente das 9h às 18h.
(O Parque da Cidade está sendo fechado, temporariamente, às 17h)
Devido à sinuosidade da estrada de acesso, não há circulação de ônibus. O aceso é somente para carros de passeio e vans.

sexta-feira, 29 de julho de 2011

Lindo amanhacer no Rio de Janeiro

 Oi..caros leitores!!!
Acessem esse link mencionado abaixo e desfrutem de belas imagens de amanhecer na cidade maravilhosa, são vários ângulos registrados pela câmera de um fotógrafo do Jornal O Globo. Vale a pena acessar.

domingo, 17 de julho de 2011

Começa pré-venda de ingressos para dia extra do Rock in Rio

Começou no primeiro minuto deste sábado (16) a pré-venda de ingressos para o dia extra do Rock in Rio 2011. Neste primeiro momento, os ingressos estarão disponíveis apenas para clientes portadores dos cartões de crédito Itaú (Itaú Personnalité, Itaú Uniclass e Itaucard) e só poderão ser adquiridos pelo site www.itaucard.com.br/rockinrio. O benefício não é válido para cartões de débito.
Os clientes Itáu terão direito ainda a 15% de desconto no valor do ingresso e poderão parcelar em até seis vezes sem juros. Os preços permanecem os mesmos: R$ 190 (inteira) e R$ 95 (meia-entrada).
Cada CPF está limitado a compra de quatro ingressos, sendo no máximo um deles, meia-entrada. Não haverá cobrança de taxa de conveniência e o ingresso vale para todas as atrações da Cidade do Rock.

Continue lendo... http://glo.bo/rhwtxt

Do G1 RJ

domingo, 10 de julho de 2011

Multidão histórica

Olá!
Qual é o personagem principal dessa imagem? O que acontecia nesse momento?

Uma multidão se aglomera em frente a um prédio nessa bela foto em preto e branco. Quem é o personagem principal dessa cena? O que acontecia nesse momento? Que dia era esse?





Montanha em flashback

Olá pessoal.

O morro que figura na imagem é internacionalmente famoso, mas registro é de antes de seu apogeu.


Dessa vez, colocamos a imagem de uma montanha internacionalmente famosa, mas em um período anterior ao seu, digamos, apogeu. Que lugar é esse?







quarta-feira, 6 de julho de 2011

Santa Teresa

Olá!
Descobri um site com curiosidades e histórias de bairros do Rio, neste post contaremos sobre Santa Teresa
O nome do bairro de Santa Teresa vem do Convento que as irmãs Jacinta e Francisca Rodrigues Ayres construíram há 250 anos, para devoções à Santa Tereza, e resiste ao tempo no bairro que emprestou seu nome.

Corria o século XVIII. O ano era de 1750, e as irmãs Jacinta e Francisca Rodrigues Ayres realizavam um sonho, o de montar o primeiro convento feminino no Rio de Janeiro, então uma capitania do Brasil colonial. O governador Gomes Freire de Andrade havia lhes cedido uma chácara no Morro do Desterro, para que devotassem o convento à sua santa preferida, Santa Tereza D´Ávila. A pedra fundamental do convento foi lançada a 24 de junho de 1750, mas as obras duraram até mais de dez anos depois. No dia 24 de outubro de 1750, quatro meses depois da pedra fundamental, uma grande cerimônia foi realizada na frente do convento, com tropas desfilando, salvas de tiros e bençãos religiosas. Estava se fixando neste dia, sem que ninguém atentasse para isso, a data de aniversário do bairro que ali nascia: Santa Tereza.

De lá para cá, episódios importantes fizeram do morro um bairro habitado. Crucial para o processo de ocupação do bairro foi o surto de cólera que não pegava em Santa Tereza, simplesmente por não haver condições de manter água parada num morro. Outro fator de habitação muito importante foi a inauguração de bondes a vapor, que só subiam uma ladeira de acesso ao bairro, em meados do século XIX. O aqueduto da carioca, hoje conhecido como os Arcos da Lapa, já estava no lugar desde 1726, e passou a servir de viaduto para bondes elétricos em 1896.

No século XIX, os bondes passaram a fazer parte da paisagem do bairro. Os Arcos da Lapa tornaram-se seus viadutos.


Foto: Rio Convention & Visitors Bureau


Até os anos de 1940, a Lapa era o ponto de encontro de boa parte da classe artística carioca. Villa-Lobos, Manuel Bandeira, Portinari, Carlos Drummond de Andrade, Mario de Andrade (quando vinha ao Rio), Oscar Niemeyer e vários outros se reuniam nas sinucas da Lapa, onde viravam noites bebendo e jogando. Quando o Estado Novo é decretado, a área da Lapa fica muito perigosa para estes que eram considerados subversivos, uns mais que outros. Assim, a perseguição política arrastou uma parte da intelectualidade carioca para a então distante e isolada Ipanema. A outra parte preferiu subir o morro ao lado, Santa Tereza, e viver por ali mesmo.

A esta altura, o bairro de Santa Tereza já era considerado um foco de produção artística e cultural devido aos saraus e rodas de poesia organizados pelos grandes agitadores culturais que o bairro teve, como Paschoal Carlos Magno e Laurinda Santos Lobo. Tornava-se uma conseqüência natural, portanto, o incremento dessa vocação. Nos anos seguintes, o bairro foi um pouco ofuscado em matéria de referência cultural. Ipanema e Copacabana viviam seus momentos de apogeu, com a Bossa Nova, o neo-concretismo e, mais tarde, a poesia marginal. Nos anos 70, Santa Tereza passou silenciosamente a conviver com uma atividade que só agora, no ano 2000, viria a ser revelada: as freiras carmelitas, herdeiras de Jacinta e Francisca Rodrigues Ayres, refugiaram perseguidos políticos da ditadura em seus muros de claustro.

Nos anos 90, a decadência tomava conta do bairro, quando um trabalho comunitário, bem ao espírito que sempre havia tomado conta do bairro, sacudiu a poeira das ruas de Santa Tereza. Uma ONG foi fundada e realizou de novo eventos artísticos, primeiro com os artistas residentes, que não são poucos, e depois abrindo a quem quisesse participar. O Arte de Portas Abertas e o Festival de Inverno são exemplos de como a auto-estima do bairro foi recuperada. Ambos movimentaram o comércio e restabeleceram a vocação do bairro para a cultura. Hoje, o Rio vê em Santa Tereza um local onde encontrar tranqüilidade e contemplação, longe do ritmo alucinante da cidade.

Parque das Ruínas - Foto: Rio Convention & Visitors Bureau

Bondinho desvenda recantos do bairro - Foto: Rio Convention & Visitors Bureau



http://centrodacidade.com.br/acontece/vs_santateresa.htm

Como chegar: De bonde - partida da Estação dos Bondes diariamente, das 7h às 21h30 (R. Lélio Gama, s/nº - Centro - ao lado do prédio da Petrobras). Tel: (21) 2215-8581 / 8559

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Cidade Maravilhosa - Parte I

Olá!
Compartilharei hoje mais algumas fotos da nossa querida
cidade maravilhosa.
Parque Lage
Urca
                                         
Museu Nacional
Morro do Pão de Açucar
                           Fortaleza de Santa Cruz
Espero que gostem.

sábado, 28 de maio de 2011

Visite o Parque Lage

Olá!
Hoje vou falar sobre um passeio muito legal que já fiz algumas vezes. Visitação ao Parque Lage.
O Parque Lage está ligado à memória de nossa cidade. Antigo engenho de açúcar na época do Brasil Colonial, suas terras se estendiam até as margens da lagoa, (atual Rodrigo de Freitas), conhecida na época pelos índios como de Sacopenapã - lagoa de raízes chatas, em Tupi-Guarani. O Engenho Del Rey pertencia a Antonio Salema, governador do Rio de Janeiro no século XVI.
Após 1660, passou a pertencer à família Rodrigo de Freitas Mello. Em meados do século XIX, um nobre inglês compra parte das terras, e contrata em 1840 o paisagista inglês John Tyndale para projetar um jardim de estilo romântico, nos moldes das quintas européias.
Em 1859, parte da fazenda passa a ser propriedade de Antonio Martins Lage.
Os anos se passam, a chácara vai parar em outras mãos, mas, em 1920, um neto de Antonio Martins Lage, o empresário Henrique Lage, a compra.



Amante das artes, Henrique Lage apaixona-se e casa-se com a cantora lírica italiana, Gabriela Besanzoni. Para agradar a artista, manda construir uma réplica perfeita de um “palazzo romano”, e reformula parte do projeto paisagístico.
Dois grandes portões se abrem à Rua Jardim Botânico, nº 414, para os caminhos cercados de palmeiras imperiais que levam à mansão, projetada pelo arquiteto italiano Mario Vodrel. A fachada principal tem pórtico saliente, totalmente revestido de cantaria. O casarão, construído em torno de uma piscina, tem mármores, azulejos e ladrilhos importados da Itália. As pinturas decorativas dos seus salões foram assinadas por Salvador Paylos Sabaté.
Os jardins que cercam a casa fazem parte do Parque Nacional da Tijuca. São organizados de forma geométrica e o entorno compreende 52 hectares de floresta exuberante, com variedade de espécies da Mata Atlântica, nas encostas do Maciço do Corcovado e ao lado do Jardim Botânico.
O caráter eclético de sua arquitetura aliado ao estilo de vida de seus moradores refletiam o espírito de uma época, onde a vida social da cidade tinha lugar nos salões como o Palacete dos Lage. Deste período ainda encontram-se no Parque Lage algumas ruínas do antigo engenho de açúcar ali existente. Estes valores justificaram o tombamento da área verde, e das construções arquitetônicas ao seu redor pelo IPHAN, no ano de 1957, como patrimônio paisagístico, ambiental e cultural.
O Parque Lage cativa os visitantes que por aqui passam. Seja pela efervescência cultural da EAV, seja pela possibilidade de passeios no clima bucólico de sua área verde, onde destacam-se o lago e as ilhas artificiais, as pontes com trabalhos em rocaille, o coreto e a gruta, construídos em argamassa, imitando rochas e troncos de árvores e ficar na companhia dos micos que transitam pelas árvores.





Pode-se também circular dentro de uma das cavernas artificiais e admirar os aquários incrustados nas paredes. Os 12 tanques - o maior deles com capacidade para seis mil litros - abrigam diversas espécies de peixes, priorizando espécies de biomas de rios brasileiros.
Hoje, com bastante diversão para todas as idades, incluindo parque infantil, trilhas – que levam ao Cristo Redentor -, chafariz, áreas para piquenique e descanso, estacionamento amplo, gratuito, além de seguranças locais, o Parque Lage é um convite aos que desejam um contato próximo com a natureza.








 
Esse espaço está a sua disposição, basta observar o regulamento a seguir:
- Respeitar o silêncio no interior da Escola e da biblioteca, para não atrapalhar o funcionamento das aulas;
- Evitar qualquer espécie de ruído alto para não incomodar os alunos, professores e visitantes que circulam pelo Parque;
- Tomar cuidado com os trabalhos expostos nos cavaletes para que não sejam danificados;
- Não alimentar os animais no Parque;
- Levar saco para recolher o lixo; a fim de evitar entulho nas trilhas e passeios;
- Não fazer atalhos em trilhas, pois existe a possibilidade de se perder;
- Preservar o patrimônio cultural. Lembre-se que estamos em área de proteção cultural e ambiental. Zele pelo Patrimônio.
 
O que você achou?
 
 
- Rua Jardim Botânico, 414, Jardim Botânico, Rio de Janeiro - RJ
http://www.www.eavparquelage.rj.gov.br/  (21) 3257-1800